O debate sobre a matriz energética do nosso País tem omitido uma importante forma de geração: a energia solar. Com todas as características necessárias para ser um dos líderes mundiais no aproveitamento desta fonte, o Brasil não aparece sequer entre os 10 maiores. Se no passado, o custo de geração de energia obtida com a conversão direta dos raios solares em eletricidade a partir de células fotovoltaicas foi uma barreira para a sua expansão, nos últimos anos o processo teve uma queda expressiva. Com metade da radiação solar que o Brasil, a Alemanha é o país-referência, com potência instalada de quase 40.000 MWp.

Apenas para comparar, em 2016 o Brasil atingiu 83 MWp, ou seja, o equivalente a 0,2% do que os alemães utilizam. A expectativa atual é atingir em 2018 a potência instalada de 300 MW em geração distribuída, segundo projeção da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Muito pouco perto do potencial que temos. A MRV Engenharia está investindo R$ 800 milhões no maior projeto de energia fotovoltaica de uma empresa privada brasileira, com a expectativa de em até cinco anos entregar 220 mil unidades com sistemas de energia solar, contribuindo, assim, para reduzir a emissão de 26 mil toneladas de CO2 e preservando pelo menos 160 mil árvores.

 

 

Fonte: UOL

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