O Brasil iniciou oficialmente o processo de adesão para se tornar membro pleno da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena). O organismo internacional foi criado para apoiar o desenvolvimento de energias renováveis e a redução de emissões de gases de efeito estufa.

Inicialmente, a Irena teve como foco o fomento às tecnologias eólica e solar produzidas nos países desenvolvidos, mas passou a considerar também os bicombustíveis e a energia hidráulica no escopo dos seus trabalhos.

“A energia renovável não só ajudará a atender a demanda de energia do Brasil, mas também impulsará o crescimento econômico e criará oportunidades de emprego”, disse o diretor geral da Irena, Adnan Z. Amin, em comunicado.

A agência considera que, enquanto a energia hidrelétrica continua a dominar o seu mix de geração de energia, o Brasil também está emergindo como uma energia solar e energia eólica (ventos). Segundo o comunicado, o país foi o quinto mercado mundial em expansão de eólicas e tem 11 gigawatts (GW) instalados. O objetivo é chegar a 24 GW até 202

A associação internacional prometeu contribuir com a plataforma Biofuturo, liderada pelo Brasil e que reúne várias países com o objetivo de promover a bionergia. Além disso, o corpo técnico da agência poderá também proporcionar mais vantagens para o desenvolvimento da energia solar e eólica.

investimentos, financiamentos e divulgação de processos licitatórios, beneficiando se do apoio institucional da organização.Em outubro passado, o Brasil se associou à Agência Internacional de Energia (AIE) como país não membro.

 

 

 

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